Esses dias a Claudia Biss mandou um videozinho bem bacana, mostra negociações parecidas com as quais todo o profissional dos meios de comunicação e design passam, mas em situações corriqueiras do dia a dia. Chega a ser ridículo!
Bom, eu já tive uma produtora e isso realmente acontece. O impressionante é que parece ser uma cultura mundial, pois também achei um site que relata essas situações chamado clientsfromhell.
Por que isso acontece? Fica a questão para os corajosos.
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Deve ter varias razoes pra isso acontecer.
Pensei em pelo menos em uma hipotese. O video que você mostrou inclusive serve pra entender melhor.
Ao contrario de todos os exemplos do filme. Os designers trabalham com prestaçao de serviços e geralmente sem um cardapio com valores ou um quadro como nos salões de beleza com um preço fixo.
Outra coisa interessante de notar é que independe da classe social da pessoa que entra em um salão, locadora ou restaurante o preço é sempre o mesmo. Mas muitos designers tem como principio ao fazer um orçamento olhar não so para o trabalho a ser feito e sim para o tamanho em cash do contratante. Dai acredito que o contratante se sente de certa forma no direito de chacoalhar o valor até chegar ao que ele acredita ser aceitável.
Talvez isso não acontecesse caso um escritorio que fosse focado em clientes de classe mais baixa nao quisesse alterar o valor quando fosse procurado por um cliente maior para fazer exatamente o mesmo serviço.
Existe também, assim como um restaurante fino, escritorios de design mais sofisticados e voltados a clientes de grande porte. Bom, mas nesse caso o cliente sabe que está pagando também pelo grande know how dos designers assim como se paga pela fama de um cabelereiro.
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Concordo totalmente e vou acrescentar que um dos motivos é o fato do cliente não saber o que esta negociando, muito menos o valor que aquilo vai contribuir para o seu negócio, o que seria o dever de casa para qq profissional de marketing. Já estive em casos em que quando perguntei o pq do cliente querer um site, ouvi apenas, “para ter uma presença na internet” ou “pq todo mundo ta fazendo”. Ou seja, não houve um estudo do valor real que o site dele teria para ele, e muito menos um estudo de qualidade q gerasse um custo benefício positivo para ele. E não estou falando de sites para “padarias da esquina” e isso se estende para criação de marca etc e tal.
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