Para quem é fã do Romário como jogador, sabe que como ator em comerciais não é aquela coisa. Pelo menos ele tenta usar o bom humor nas cenas.
O estranho é que ele não fazia muitos comerciais na época quando jogava. Era raro, mesmo na Copa de 1994 ele produziu poucos, como o da Brahma. Porém com as dívidas altas que o baixinho está pagando, creio que ele teve que voltar atrás.
Romário – Kaiser
Romário – Sky
Aproveitando, outros jogadores fizeram comerciais para faturar uma grana, principalmente em tempos de Copa do Mundo como Zamorano, Batistuta e Valderrama
Essa semana foi revelado no site da T.F.L. o novo design para um dos maiores ícones britânicos, o “ônibus de dois andares vermelho” chamado aqui de “doubledeck”. Planejado provavelmente para as Olimpíadas de 2012, resumidamente, eles terão um visual mais moderno (“Sabonete”) e será ecológico.
Umas das melhores apresentações que eu vi sobre o twitter em português de maneira bem didática produzido e apresentado pela Martha Gabriel, tenho certeza que se você ainda não gosta ou ainda não entendeu a importância do Twitter, com certeza vai mudar de opinião.
Ok, se você chegou aqui é porquê a curiosidade é muito grande, mas se você for homem e viu apenas o primeiro quadro do vídeo abaixo, provavelmente vai sair do blog. Mas confesso que você esteja enganado, pois tenho certeza que essa mídia alternativa criada pela Fishcher+Fala! para lojas Marisa ficou bem diferente e muito engraçada e que principalmente desperta a curiosidade de qualquer um.
Vale a pena perder ganhar 1 minuto para assistir esse vídeo.
Já vi vários foruns e posts apresentando marcas facilmente percebidas com um segundo sentido mais “sacana”, talvez por um vacilo na criação ou falta de conhecimento e percepção em relação a outras culturas. Visto isso, foi só sair do Brasil e começaram a pipocar marcas que para nós brasileiros, tem um sentido muito mais além do que o realmente proposto e nessas horas, nada melhor q uma máquina fotográfica na mão.
Bicha: um mini ateliê em algum lugar perto da London Bridge.
Iniciando minha participação aqui no Dubaralho eu trago hoje uma discussão sobre a comunidade de Design e a postura da grande maioria de designers. Será que designers devem seguir as “tendências” do mercado ou a cada trabalho pesquisar todas variáveis do projeto para bolar suas próprias soluções?
Há um tempo eu li um artigo que falava como a Smashing Magazine “matou” a comunidade de Design. Neste artigo o autor fala que hoje em dia os sites e blogs sobre design giram em torno de posts de listas de tendências, dos melhores em alguma coisa e de tutoriais e que isto acabou com a discussão sobre o design em si. O argumento do autor é que os designers veem estas listas e copiam as soluções sem se preocupar com o por quê das coisas.
Eu concordo em partes com o autor do artigo. Concordo que designer que copia tudo que vê em listas de tendências é um péssimo profissional que não pensa por si. Mas mesmo se não existissem blogs dedicados a postar listas este mesmo designer ficaria horas na internet coletando sites para copiar do mesmo jeito.
Olhando sobre a ótica do design centrado no usuário, pode-se justificar esta prática como busca de soluções recorrentes que o usuário já está acostumado e “funcionam”. Mas até que ponto isto não se torna um modo do designer se abster da responsabilidade e justificar: “é assim que todos fazem”.
A maioria dos projetos não permite ao designer gastar tempo realizando muita pesquisa e é claro que ele precisa buscar “inspiração” no mercado. Mas não seria melhor procurar por pesquisas realizadas por outros sobre os seus problemas do que simplesmente pegar os resultados? Com certeza o segundo é mais fácil e cômodo que o primeiro, mas qual resultaria em melhores soluções?
Acredito, então, que o problema não seja das listas em si. Talvez o que falte seja a discussão do por quê das tendências, o por quê dos padrões para sermos cada vez mais críticos. O problema não é a Smashing Magazine (e os outros sites que postam listas), como disse o autor do artigo citado no começo, o problema talvez seja os designer que estão se tornando cada vez mais preguiçosos e preferem copiar a pesquisar novas soluções.
Outro artigo publicado recentemente no Design Informer também reflete sobre o valor da discussão construtiva na comunidade de Design.
Duas campanhas muito parecidas?!?!? Ops! Parece que alguém andou chupinhando, se bem que o ilustrador é o mesmo, só não sei o porque repetir o mesmo conceito, que é muito marcante. Pior é saber que são duas grandes marcas com muita visibilidade para ter uma “esbarrada” dessas.
Sempre gostei de publicar as campanhas sociais e ambientais, muitas vezes elas são bem apelativas e com isso as duplas de criação podem explorar ao máximo sua imaginação sem um monte de restrições impostas por outros clientes.
Foi-se (ou ja vai indo) o tempo em que andar pelos corredores dos shopping e olhar as vitrines era algo previsível. Claro que to exagerando um pouco… mas tudo bem.. é só pro assunto ficar mais importante.
Mas o negócio é o seguinte: a onda agora são as vitrines interativas. Selecionei algumas que achei mais interessantes e percebi que existem vários modelos e com vários propósitos também.